São consideradas as grandes sobreviventes da natureza. Elas podem permanecer várias semanas sem água e comida. Alimentam-se de tudo o que encontram (são onívoras), por exemplo, nossos alimentos, lixo, excrementos, cola de madeira e cola de papel de parede.

Para sobreviver, as baratas precisam essencialmente de um pouco de comida, abrigo, calor e umidade. As fêmeas colocam seus ovos, arrumados dois a dois dentro de um “estojo” chamado ooteca. Existem aproximadamente 4000 espécies conhecidas, mas apenas duas são consideradas como principais problemas como pragas domésticas.

A mais comum é a Blatta orientalis, ou barata oriental. Originária do Norte de África, hoje está adaptada em todo o mundo. Calcula-se que cerca de 10 % das casas humanas também são habitadas por essas baratas! Ela mede entre dois e três centímetros, e sua coloração é escura. Somente os machos podem voar; as fêmeas não conseguem fazê-lo, pois suas asas são muito pequenas.

Outra bastante comum é a Periplaneta americana ou (Barata de esgoto, cascuda), essas baratas são de coloração marrom, e em sua forma jovem, é de um tom marrom pálido. Dentro das casas, geralmente pode ser encontrada nas cozinhas e banheiros, e ao ar livre encontra-se geralmente ao redor da casa. Embora se mova normalmente pelo chão e paredes, esta espécie de barata pode voar distâncias curtas, em especial durante o tempo morno.

As Baratas, por transitarem junto à matéria orgânica em decomposição, carregam em suas patas microorganismos patogênicas ao perambularem por nosso alimento, objetos e produtos, acabam infectando-os, chegando, até mesmo a transmitir doenças.